Luis de Camões
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Luis Vaz de Camões, poète portugais (Vers 1525 - 1580)
Sa date et son lieu de naissance sont incertains mais on estime qu'il est né aux environs de 1525 à Lisbonne (peut-être Coimbra ?). Son père était Simão Vaz de Camões et sa mère probablement Ana de Sá Macedo. Il est mort en 1580 à Lisbonne.
Il est l'auteur de poèmes dans la tradition médiévale (redondilhas) ou pastorale, de sonnets inspirés de la Renaissance italienne, et de l'épopée nationale des Lusiades (en 1572 mais aurait déjà été achevé en 1556).
| Sommaire |
Quelques œuvres
Sonnets :
- Alegres campos, verdes arvoredos...
- Alma minha gentil, que te partiste...
- Amor, co'a esperança já perdida...
- Amor é fogo que arde sem se ver
- Apartava-se Nise de Montano...
- Apolo e as nove Musas, descantando...
- Aquela triste e leda madrugada...
- Busque Amor novas artes, novo engenho...
- Cara minha inimiga, em cuja mão...
- Como fizeste, Pórcia, tal ferida?...
- Dai-me uma lei, Senhora, de querer-vos...
- De tão divino acento e voz humana...
- De vós me aparto, ó Vida! Em tal mudança...
- Debaixo desta pedra está metido...
- Doces lembranças da passada glória...
- Em fermosa Leteia se confia...
- Em flor vos arrancou de então crescida...
- Enquanto quis Fortuna que tivesse...
- Está o lascivo e doce passarinho...
- Está-se a Primavera trasladando...
- Eu cantarei de amor tão docemente...
- Fermosos olhos que na idade nossa...
- Grão tempo há já que soube da Ventura...
- Lembranças saudosas, se cuidais...
- Lindo e sutil trançado, que ficaste...
- Males, que contra mim vos conjurastes...
- Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...
- Náiades, vós, que os rios habitais...
- Não passes, caminhante! –Quem me chama?...
- Num bosque que das Ninfas se habitava...
- Num jardim adornado de verdura...
- O cisne, quando sente ser chegada...
- O fogo que na branda cera ardia...
- Oh! Como se me alonga de ano em ano...
- Os reinos e os impérios poderosos...
- Passo por meus trabalhos tão isento...
- Pede o desejo, Dama, que vos veja...
- Pelos extremos raros que mostrou...
- Pois meus olhos não cansam de chorar...
- Porque quereis, Senhora, que ofereça...
- Quando da bela vista e doce riso...
- Quando o Sol encoberto vai mostrando...
- Quando vejo que meu destino ordena...
- Quantas vezes do fuso s'esquecia...
- Que vençais no Oriente tantos reis...
- Quem jaz no grão sepulcro, que descreve...
- Quem pode livre ser, gentil Senhora...
- Quem vê, Senhora, claro e manifesto...
- Se as penas com que Amor tão mal me trata...
- Se tanta pena tenho merecida...
- Sete anos de pastor Jacob servia...
- Tanto de meu estado me acho incerto...
- Tempo é já que minha confiança...
- Todo o animal da calma repousava...
- Tomava Daliana por vingança...
- Tomou-me vossa vista soberana...
- Transforma-se o amador na cousa amada...
- Um mover d'olhos, brando e piadoso...
- Vossos olhos, Senhora, que competem...
Les Lusiades (Os Lusíadas)
Autres
- Verdes são os campos
Lien externe
- Site sur Louis de Camões (en portugais)
- Textes sur wikisources
- Le chantre des découvertes (en français)
